"Era do vazio"
Sinto um enorme prazer em meus momentos de solidão. Não sou um pote vazio, muitos pensamentos e sentimentos que me habitam, são vivenciado no momento presente – aqui e agora. Transpareço ao mundo as minhas verdades, pretendendo sempre ser vil. Rotulam-me como um egoísta, eu prefiro pensar que sou um homem em busca de si mesmo. Isso me permite conhecer os "fios" em que posso me equilibrar.
Em uma sociedade vazia, a solidão demonstra ser algo terrível. Pois o homem sozinho pensa sobre si. Esse ser que pensa sobre as coisas que o habitam sente um enorme desconforto, logo procura algo para se distrair. Quem sabe uma musica que traga prazer e alegria. Os pensamentos entram por todas as esquinas, extremamente conflituosos. A insônia e real, não se pode assim dormir, mesmo fechando com força os olhos, não consegue esquecer esses problemas. Vá e pegue um copo com água para ajudar a descer o tranqüilizante. Tornou-se simples dormir, mas os pesadelos brotam e atormentam a “traquilizada” noite. Quando acordar logo esquecerá do sonho, é muito cedo, o homem precisa trabalhar. E necessário um sorriso no rosto, isso evita que as pessoas perguntem o que ele sente dentro de si. Perguntam: “tudo bem?” ele responde que sim, pois do contrario teria que responder o fugir da pergunta que questiona o “não estar bem sempre esperado”. Entendo, e difícil confiar nas pessoas. Então vá se confessar, ou quem sabe, pagar um profissional, eles possuem um código de conduta que garante o sigilo, se publicarem e fácil processá-los.
Um momento de silêncio é para mim tão valioso. Sinto os meus pensamentos, vou buscando compreender algumas resistências. Às vezes trazem uma enorme dor, e difícil pensar na morte, na doença ou em pequenos problemas. Antes temia perder um grande amor. Imaginava que não poderia viver sozinho e precisava do "ser amado". Fui aprendendo a respeitar os momentos, que o outro não é obrigado a me amar, e que às vezes, um contato simbiótico ou rotineiro é responsável por grandes conflitos amorosos. E, não sendo vivenciados pelos homens vazios, torna-se melhor desatar o nó.
Em uma sociedade vazia, a solidão demonstra ser algo terrível. Pois o homem sozinho pensa sobre si. Esse ser que pensa sobre as coisas que o habitam sente um enorme desconforto, logo procura algo para se distrair. Quem sabe uma musica que traga prazer e alegria. Os pensamentos entram por todas as esquinas, extremamente conflituosos. A insônia e real, não se pode assim dormir, mesmo fechando com força os olhos, não consegue esquecer esses problemas. Vá e pegue um copo com água para ajudar a descer o tranqüilizante. Tornou-se simples dormir, mas os pesadelos brotam e atormentam a “traquilizada” noite. Quando acordar logo esquecerá do sonho, é muito cedo, o homem precisa trabalhar. E necessário um sorriso no rosto, isso evita que as pessoas perguntem o que ele sente dentro de si. Perguntam: “tudo bem?” ele responde que sim, pois do contrario teria que responder o fugir da pergunta que questiona o “não estar bem sempre esperado”. Entendo, e difícil confiar nas pessoas. Então vá se confessar, ou quem sabe, pagar um profissional, eles possuem um código de conduta que garante o sigilo, se publicarem e fácil processá-los.
Um momento de silêncio é para mim tão valioso. Sinto os meus pensamentos, vou buscando compreender algumas resistências. Às vezes trazem uma enorme dor, e difícil pensar na morte, na doença ou em pequenos problemas. Antes temia perder um grande amor. Imaginava que não poderia viver sozinho e precisava do "ser amado". Fui aprendendo a respeitar os momentos, que o outro não é obrigado a me amar, e que às vezes, um contato simbiótico ou rotineiro é responsável por grandes conflitos amorosos. E, não sendo vivenciados pelos homens vazios, torna-se melhor desatar o nó.


0 Comentários:
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial